A HISTÓRIA DA NETFLIX

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Você ama Netflix? Eu confesso, sou apaixonado por ela… As vezes me pego pensando em como era a vida antes da Netflix e juro que mal me lembro.

 

A Netflix é, sem dúvidas, uma das empresas mais amadas tanto no Brasil como no mundo! E faz todo sentido, né?! Eles têm um SAC super eficiente, oferecem conteúdo de qualidade, e por mais que a gente reclame, o preço é justo sim, minha gente.

 

O serviço está presente em mais de 190 países, quase todos do mundo. Por isso pode ser difícil imaginar que a Netflix não começou com streaming de conteúdo e também não foi uma daquelas startups unicórnios…

 

A Netflix foi fundada em Scotts Valley, Califórnia, no ano de 1997. Os dois responsáveis pelo serviço foram Reed Hastings e Marc Randolph. Hastings nasceu em Boston, tem formação em Matemática e mestrado em inteligência artificial em Stanford. Randolph tem especialização em publicidade e vendas.

 

Nessa época, a empresa trabalhava com locação de filmes e funcionava assim: você acessava o site, encomendava filmes por lá e os DVDs eram entregues em sua casa. Terminou de assistir e acabou o prazo? Bastava fazer a devolução gratuitamente pelos correios.

 

Com a fórmula em mãos eles começaram a trabalhar, oficialmente, em 29 de agosto de 1997, na cidadezinha de Scotts Valley, de menos de 10 mil habitantes. O início oficial das operações ao público ocorreu em 1998, quando eles lançaram o site onde você fazia a solicitação de quais DVD’s gostaria de receber na porta da sua casa através dos correios. Nesse primeiro momento os valores ainda eram cobrados por disco separado.

 

O modelo de assinatura mensal veio em 1999 e foi ele que deixou a Netflix famosa. Você paga uma taxa fixa, pega e vê quantos filmes quiser e não precisa se preocupar com qualquer outra taxa, tipo a multa por atraso na locadora.

 

Em 2000, Marc Rudolph e Reed Hastings acreditam que a empresa já alcançou seu potencial máximo e a Netflix se oferece para ser comprada pela Blockbuster, que era líder absoluta no mercado de videolocadoras nesse período. E pasmem, eles queriam apenas cinquenta milhões de dólares (hoje a Netflix é avaliada em 70 BILHÕES).

 

Como se é sabido, a Blockbuster não se interessou na proposta por achar que não valia a pena, e anos mais tarde, declarou falência… 

 

Em 2001, se abriu a empresa aos acionistas, na tentativa de equilibrar as contas, porque apesar do sucesso e a avaliação milionária do mercado, no final, sempre fechava no vermelho. Somente em 2003 o fechamento é positivo e a Netflix atinge a marca de 1 milhão de assinantes.

 

2004 carrega mudanças na cadeira de CEO: Randolph sai e deixa o cargo com Hastings. Pouco se sabe sobre isso, mas no fim das contas foi uma decisão acertada!

 

O serviço avançava, ainda somente com DVDs físicos, e já eram mais de 35 mil títulos diferentes disponíveis e despachando mais de 1 milhão de envelopes por dia em 2005. Porém, a competição estava cada vez mais acirrada: a Blockbuster, já havia percebido a grande besteira que havia feito teve de correr atrás do prejuízo e lançou o seu próprio serviço ilimitado de empréstimo de filmes, por U$ 19,99 ao mês; e para piorar, a Amazon, inspiração inicial para o modelo da Netflix resolveu entrar na briga também. Curiosamente, a entrada da Amazon foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para Hastings e a Netflix: eles deram início ao streaming.

 

Hastings que não era bobo nem nada, correu para o abraço e pouco mais de 4 meses depois do surgimento da Amazon Video, a Netflix anuncia, em 15 de janeiro de 2007, que também ofereceria o seu conteúdo com esse formato de acesso imediato.

 

Como a gente bem sabe, deu certo e continua dando. A Netflix é um sucesso global e nos Estados Unidos, por exemplo, ela apareceu como responsável por 37% de todo o tráfego de internet no país numa pesquisa feita em 2015. No mundo inteiro são assistidas mais de 125 milhões de horas de conteúdo por dia, é muita coisa…

 

Como vimos, a Netflix começou com o serviço de streaming em 2007, mas o primeiro país a poder usufruir do serviço foi o Canadá, em 2010. Menos de 4 anos depois, 30% da população de língua inglesa do país já eram usuários da Netflix.

 

O sucesso da empreitada canadense foi excelente para nós, pois deu a ideia de continuar conquistando mais países. O alvo da vez foram 43 países da América Latina, entre eles países como Brasil (1º país do bloco a receber e o 3º do mundo), Argentina, Chile, Colômbia, México, e outros 38 países…

 

Em 2012 foi a vez da Europa receber a Netflix. Os primeiros países foram Reino Unido e Irlanda em janeiro. Quase terminando o ano foi a vez da Escandinávia: Dinamarca, Suécia, Finlândia e Noruega. A Holanda foi o próximo, em 2013, e este ano foi especial pelo seguinte motivo: 3 bilhões de dólares em assinatura neste ano. A essa altura já eram 32 milhões de usuários nos EUA (30% da população) e 10 milhões espalhados pelo restante do mundo.

 

O impacto da Netflix no mundo é tão absurdo que hoje é comum as pessoas trocarem o serviço de TV a cabo e ficarem apenas com o de streaming. E como se não bastasse, atualmente a Netflix não somente distribui conteúdo como produz o próprio conteúdo (original) também. 

 

Em 2015 a Netflix lançou, aproximadamente, 450 horas de conteúdo original e, em 2016, mais de 700 horas, segundo anúncio oficial. Os dados de 2016 são referentes a 30 novas séries, 8 filmes, 35 novas temporadas de séries infantis, 12 documentários e 9 shows de stand-up.

 

Obviamente houveram tropeços e erros durante essa caminhada, mas a Netflix realmente impactou o mundo e soube se adaptar e inovar para permanecer no posto de Rainha do Streaming.

 

Em 2021, O número de assinantes supera 200 milhões. Você é um deles?

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